A Destruição da Amazônia pelo Governo Lula em Nome da Sustentabilidade
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A Destruição da Amazônia pelo Governo Lula em Nome da Sustentabilidade

Governo estadual promove a rodovia como “sustentável”, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental — Foto: BBC / Paulo Koba

A realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) em Belém deveria representar um marco histórico para a preservação ambiental.

No entanto, sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, um paradoxo alarmante se desenha: em nome da infraestrutura necessária para o evento, a Amazônia está sendo devastada.

Uma das iniciativas mais polêmicas é a construção da Avenida Liberdade, uma rodovia de quatro faixas que atravessa mais de 13 km de floresta protegida.

Essa obra expõe a contradição de um governo que se promove internacionalmente como defensor do meio ambiente, mas que, na prática, promove o desmatamento em larga escala.

Mapa mostra onde fica estrada que corta área da floresta — Foto: Arte/BBC

A Estrada da Devastação

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O governo Lula argumenta que a nova via trará melhorias para a mobilidade de Belém, facilitando o deslocamento dos participantes da COP30.

No entanto, essa infraestrutura está destruindo uma das áreas mais importantes da floresta amazônica, afetando não apenas a biodiversidade, mas também comunidades locais que dependem dos recursos naturais para sobreviver.

Escavadeiras já abriram caminho em uma região que antes era densa em vegetação, e pilhas de toras retiradas da mata mostram a magnitude do impacto.

Essa é a verdadeira face do “desenvolvimento” promovido pelo governo Lula: destruição em nome de uma cúpula climática.

Claudio Verequete diz que as árvores das quais ele colhia açaí foram cortadas — Foto: BBC / Paulo Koba

Comunidades Locais Abandonadas

Moradores como Cláudio Verequete, que vivia da coleta de açaí, já perderam suas principais fontes de renda.

A extração de madeira e a remoção da vegetação para a estrada devastaram a flora nativa, deixando os habitantes sem alternativas econômicas. O governo, que deveria protegê-los, ignora os impactos sociais da obra.

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E o problema não para por aí: a estrada estará cercada por muros, impedindo que a população local tenha acesso.

Na prática, a infraestrutura servirá apenas para os visitantes ilustres da COP30, enquanto aqueles que vivem na Amazônia continuam marginalizados.

O Avanço da Devastação: Recordes de Queimadas

Desde que voltou ao poder, Lula prometeu proteger a Amazônia, mas os números mostram o oposto.

Em 2023, os dados oficiais indicaram um aumento alarmante das queimadas, especialmente no período de seca.

Em outubro do mesmo ano, os focos de incêndio no bioma foram os maiores já registrados para o mês em décadas.

Ao mesmo tempo, o governo insiste em projetos de infraestrutura que facilitam ainda mais a destruição da floresta.

Estradas como a Avenida Liberdade não apenas cortam a vegetação nativa, mas também abrem caminho para madeireiros e grileiros, que se aproveitam do acesso facilitado para invadir e desmatar ainda mais a região.

As preguiças estão entre os animais que frequentemente necessitam de tratamento após ferimentos causados ​​por humanos — Foto: BBC / Paulo Koba

O Governo se Defende, Mas os Fatos Mostram o Contrário

Em resposta às críticas, o governo do Pará afirma que a obra já estava planejada antes da COP30 e que medidas mitigadoras, como passagens para fauna e iluminação solar, estão sendo implementadas.

No entanto, especialistas apontam que tais soluções são insuficientes para compensar o impacto ambiental gerado.

A verdade é que, enquanto Lula discursa internacionalmente sobre sustentabilidade, sua gestão permite a degradação acelerada da Amazônia.

A realização da COP30 deveria ser um momento de fortalecimento das políticas ambientais, mas está se tornando um evento marcado pela hipocrisia e pela destruição ambiental patrocinada pelo governo federal.

Conclusão

A preparação para a COP30 deveria ser um exemplo de sustentabilidade, mas está sendo feita às custas da floresta amazônica.

Sob o comando de Lula, a destruição avança, contradizendo o discurso ecológico que o governo promove no exterior.

A pergunta que fica é: até que ponto o governo Lula está disposto a sacrificar a Amazônia para garantir uma vitrine política na COP30?

Enquanto a resposta não vem, a floresta continua sendo destruída.

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